Olá queridas(os) o Caio está participando de uma promoção da Loja Chicletaria no facebook.
Ganha a criança que tiver o maior número de "curtir" na foto.
Por isso add a Chicletaria e curtam a foto do Caio .
23 agosto 2011
17 agosto 2011
24 junho 2011
Ser mãe e trabalhar fora de casa. Uma visão do Pediatra
Passamos muito tempo do nosso dia, longe de nossos filhos. Seja no trabalho, fazendo compras, academia ou mesmo dentro de casa. Então o que fazer e quais são as repercussões da ausência dos pais ou só as mães?
A formação da "personalidade básica" do ser humano se processa até os 6 anos de vida. Seja na formação da moral e da ética, seja na formação do masculino e feminino, do ser casal, homem-mulher. Esta fase de formação deste "gabarito" mental, é muito importante para a higiene mental futura de todos. Portanto, a qualidade da presença dos pais e mães é fundamental nesta fase de vida, pois não há emprego e dinheiro ou carreira pessoal que pague uma má formação. Não adianta garantirmos segurança financeira sem formação emocional de nossos filhos.
Neste momento pode-se pensar que é muito fácil falar , mas é mais difícil por em prática. Não precisa também abandonar o emprego imediatamente. Calma.
Precisamos sim deixar bem claro as nossas prioridades para nós mesmos. Nossos filhos estão de "olho" em nosso comportamento e provavelmente irão repetir na vida futura.
Nossos filhos necessitam apenas de "amor". Mas o que é o amor? É dar tudo que eles querem, permitir fazer tudo que eles desejarem, dar muitos beijos e abraços? Posso dizer que sim e que não ao mesmo tempo.
Nossos filhos precisam de nossos exemplos para o dia a dia, precisam de limites entre o que querem e aquilo que realmente devem fazer, segundo os preceitos éticos e morais de cada família, pois nossos filhos são nossos espelhos.
É possível então proporcionar tudo isto aos nossos filhos? Claro que sim. Desde que você os coloque em primeiro lugar em suas prioridades, mesmo tendo que trabalhar, estudar, fazer academia, compras, cuidar do visual e ter vida de casal. Portanto programe vossas vidas pois ela é passageira e limitada.
Fonte: Saúde em Pediatria
Enfim... voltando a blogar
Este blog estava mesmo jogado às traças...
Já estava com saudades de escrever por aqui.
Terminei meu tcc e estou tirando férias do trabalho e da faculdade, assim vou ter mais tempo pra cuidar deste cantinho.
Minha próxima tarefa é cuidar dos preparativos da festinha de 3 anos do Caio, meu Deus! como o tempo passa!
Tenho muitos projetos a realizar, aos poucos vou contando as novidades.
Já estava com saudades de escrever por aqui.
Terminei meu tcc e estou tirando férias do trabalho e da faculdade, assim vou ter mais tempo pra cuidar deste cantinho.
Minha próxima tarefa é cuidar dos preparativos da festinha de 3 anos do Caio, meu Deus! como o tempo passa!
Tenho muitos projetos a realizar, aos poucos vou contando as novidades.
20 maio 2011
Mulheres, Como ingressar no exército!
Sempre me questionam como fiz para entrar pra fileiras do exército, seja por curiosidade ou por interesse em ingressar também.
Para ajuda-las a sanar algumas dúvidas resolvi publicar aqui no bloguer algumas informações sobre o assunto.
As mulheres estão isentas do serviço militar obrigatório, na forma prevista pela Constituição. No entanto, podem servir, voluntariamente, como militares de carreira ou temporárias.
1. Como as mulheres ingressam no Exército Brasileiro?
R - A mulher pode ingressar voluntariamente no Exército como militar de carreira ou temporário. Consulte os links relacionados.
2. Sou do sexo feminino e gostaria de me alistar no Serviço Militar Obrigatório?
R - As mulheres estão isentas do Serviço Militar Obrigatório, na forma prevista pela Constituição. Todavia, é permitida a prestação do Serviço Militar pelas mulheres que forem voluntárias, segundo critérios de conveniência e oportunidade de cada Força Armada.
3. Que funções as mulheres podem desempenhar quando ingressam no Exército Brasileiro?
R - Na atualidade, as mulheres ocupam diversos cargos em Organizações Militares (OM) de todo o País. A maioria encontra-se nos Quartéis-Generais, Organizações Militares de Saúde (OMS), Estabelecimentos de Ensino e órgãos de assessoria do Exército.
Elas desempenham cargos nas mesmas condições dos Oficiais do sexo masculino e concorrem às promoções em condições de igualdade. Todas recebem a mesma instrução militar básica ministrada aos homens.
4. Quais as patentes que as mulheres tem no Exército?
R - Atualmente, já há mulheres no Exército que alcançaram o posto de Major, que é de Oficial Superior. As demais continuam nos postos de sargentos, tenentes e capitães.
A mulher que deseja seguir carreira no Exército Brasileiro poderá prestar concurso de âmbito nacional para as seguintes escolas militares:
- Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) - www.esaex.ensino.eb.br
- Escola de Saúde do Exército – EsSEx – www.essex.ensino.eb.br
- Instituto Militar de Engenharia (IME) – www.ime.eb.br
Fonte: www.exercito.gov.br
11 maio 2011
quase 35.....
Quando era pequena não me imaginava aos 35 anos, casada, com filhos, dona de casa e militar. a vida me reservou muitas surpresas...
Amanhã eu completo 35 anos e posso dizer que é bom ter 35 anos, tantos medos bobos, tanta insegurança, tudo isso não tem mais lugar em mim.
Ficou mais fácil lidar com os problemas do dia-a-dia e com certas situações. Ainda tenho muito o que aprender, mas já carrego comigo um pouco mais de sabedoria que tornam as coisas mais simples.
Mas as vezes dá um certo medinho de envelhecer, deve ser normal, não é?
Amanhã vou passar o dia com as pessoas mais importantes da minha vida e tenho certeza que será maravilhoso. Porque hoje aos 35 tenho certeza absoluta que isso é o que importa na nossa vida. É o melhor presente que qualquer um poderia querer. Ainda bem que esse presente eu ganhei.
Por isso agradeço à Deus por tudo que me deu, por ter me dado a benção de ter uma familia linda, de ter amigos (reais e virtuais), de ter amor e carinho, e saúde.
Obrigada Pai, muito obrigada!
Amanhã eu completo 35 anos e posso dizer que é bom ter 35 anos, tantos medos bobos, tanta insegurança, tudo isso não tem mais lugar em mim.
Ficou mais fácil lidar com os problemas do dia-a-dia e com certas situações. Ainda tenho muito o que aprender, mas já carrego comigo um pouco mais de sabedoria que tornam as coisas mais simples.
Mas as vezes dá um certo medinho de envelhecer, deve ser normal, não é?
Amanhã vou passar o dia com as pessoas mais importantes da minha vida e tenho certeza que será maravilhoso. Porque hoje aos 35 tenho certeza absoluta que isso é o que importa na nossa vida. É o melhor presente que qualquer um poderia querer. Ainda bem que esse presente eu ganhei.
Por isso agradeço à Deus por tudo que me deu, por ter me dado a benção de ter uma familia linda, de ter amigos (reais e virtuais), de ter amor e carinho, e saúde.
Obrigada Pai, muito obrigada!
10 maio 2011
Primeira mulher a pilotar uma caça da FAB
Carla Borges, 28 anos, realizou o feito na semana passada no Rio.
Paixão pela aviação militar começou quando era criança, em SP.
A tenente-aviadora Carla Alexandre Borges, 28 anos, se tornou, na semana passada, a primeira mulher a comandar um caça da Força Aérea Brasileira (FAB). Solteira e vaidosa, ela disse ao G1 que não tem dificuldades em conviver em ambiente tipicamente masculino e revelou que o desejo de ser piloto sempre fez parte de sua vida.
Em 1986, quando assistiu ao filme "Top Gun", a produção cinematográfica despertou a inspiração que precisava para pilotar um caça."O filme 'Top Gun' sem dúvida marcou muito a minha infância e influenciou a minha paixão pela aviação de caça. Minha inspiração no filme veio de diversos personagens, mas nenhuma do sexo feminino, já que nesse filme não havia pilotos mulheres. Desde pequena sempre me interessei muito por aviação, principalmente a aviação de caça. Lia livros, revistas e frequentava feiras. Tudo para poder sempre estar perto de aviões", disse Carla.
O primeiro voo de Carla partiu da Base Área de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, após dois meses de treinamento específico para pilotar o jato AMX, da FAB. "Sinto-me muito orgulhosa e realizada. Pilotar um caça sempre foi meu sonho e hoje o tenho plenamente realizado. O voo solo que realizei foi uma das maiores realizações na minha vida profissional. Foi uma etapa muito importante que completei na minha vida."Sobre a possibilidade de ter uma responsabilidade pelo fato de ser mulher em uma corporação tipicamente masculina, ela disse que isso não será empecilho em sua carreira. "Sei que é uma responsabilidade ser a primeira mulher a atingir uma posição como essa. Mas quero ser um exemplo para quem tem um sonho. Por mais difícil que ele possa parecer, sempre é possível realizá-lo com muita dedicação."
Do alto de seus modestos 1,62 metro de altura, a paulista Carla disse que o preparo físico para quem optar pela carreira de piloto não é fácil. "Por ser uma atividade que exige muito, é necessário um bom preparo físico. Por isso, temos realizar atividades físicas regulares. O treinamento para se tornar piloto de caça é extremamente rigoroso. Exige do futuro piloto uma dedicação exclusiva, um preparo intenso para que todas as metas sejam atingidas nos prazos determinados."
Vaidade
A farda e a rotina intensa de exercícios não fez Carla deixar em segundo plano os cuidados com a estética. "Trabalhar em um ambiente tipicamente masculino não significa deixar de lado minha feminilidade. Continuo me cuidando como qualquer outra mulher. Cabeleireiros, manicures e cremes continuam a fazer parte do meu cotidiano."
Sobre a reação das pessoas quando se identifica como piloto de caça, ela disse que nunca percebeu qualquer tratamento diferenciado na sociedade. "Nunca deixei a família de lado. Afastei me por alguns momentos, morei em lugares distantes, mas nunca deixei a família de lado. Também nunca sofri preconceito, sempre fui tratada com muito respeito, tanto fora como dentro da corporação."
Mais mulheres na aviação
Carla espera ver mais mulheres seguindo a carreira militar após o feito de ser a primeira mulher a pilotar um caça. "Acredito que não temos tantas mulheres na carreira militar por falta de conhecimento do que realmente significa essa profissão. Mesmo assim, a quantidade de mulheres nas Forças Armadas está aumentando bastante ano após ano."
29 março 2011
08 março 2011
09 fevereiro 2011
Como cuidar dos dentes do bebê?
Como devo cuidar dos dentes do meu bebê?
Os bons cuidados bucais começam cedo na vida. Mesmo antes dos dentes do bebê nascerem, existem alguns fatores que podem afetar sua futura aparência e saúde. Por exemplo, a tetraciclina, um antibiótico comum, pode causar a descoloração ou manchas nos dentes. Por esta razão, não deve ser usada por mães que estão amamentando ou mulheres na segunda metade da gravidez.
Como os dentes do bebê geralmente nascem por volta dos seis meses de idade, não há razão para usar os procedimentos padrão da higiene bucal, ou seja, a escovação e o uso do fio dental. Mas, os bebês têm necessidade de cuidados bucais especiais que todos os pais devem conhecer. Entre esses cuidados estão a prevenção das cáries causadas pelo uso da mamadeira e a certeza de que seu filho está recebendo uma quantidade adequada de flúor.
O que são as cáries de mamadeira e como evitá-las?
São cáries causadas pela exposição freqüente a líquidos que contém açúcar, como o leite, as fórmulas comerciais preparadas para bebês e os sucos de fruta. Os líquidos que contém açúcar se acumulam ao redor dos dentes por longos períodos de tempo, enquanto seu bebê está dormindo, provocando as cáries, que primeiro se desenvolvem nos dentes anteriores, tanto da arcada inferior quanto da superior. Por esta razão, nunca deixe sua criança adormecer com a mamadeira de leite ou suco na boca. Ao invés disso, na hora de dormir, dê a ele uma mamadeira com água ou uma chupeta que tenha sido recomendada pelo seu dentista. Ao amamentar, não deixe o bebê se alimentar continuamente. E após cada mamada, limpe os dentes e as gengivas do seu bebê com um pano ou uma gaze umedecidos.
O que é o flúor? Como saber se meu bebê está recebendo a quantidade certa de flúor?
O flúor faz bem mesmo antes de os dentes do seu filho começarem a aparecer. Ele fortalece o esmalte dos dentes enquanto estes estão se formando. Muitas empresas de distribuição de água adicionam a quantidade de flúor adequada ao desenvolvimento dos dentes. Para saber se a água que você recebe em casa contém flúor e qual a quantidade de flúor que é colocada nela, ligue para a empresa de distribuição de água no seu município. Se a água que você recebe não tem flúor (ou não contém a quantidade adequada), fale com seu pediatra ou dentista sobre as gotas de flúor que podem ser administradas ao seu bebê diariamente. Se você usa água engarrafada para beber e para cozinhar, avise seu dentista ou médico. É possível que eles receitem suplementos de flúor para seu bebê.
fonte: Yahoo
Estagiária morre após treino militar no Rio de Janeiro
A terceiro-sargento aluna do Exército, Daiane Pereira Fernandes, de 25 anos, morreu durante atividades do estágio básico de sargento técnico temporário, em Gericinó, na Zona Oeste. Ela teria se sentido mal e teve a morte cerebral confirmada na última segunda-feira. O enterro foi realizado na manhã de hoje no Cemitério do Caju. Segundo a família, Daiane, que havia começado o estágio no dia 4 de janeiro, se queixava com frequência do excesso de atividades fisicas e dizia estar cansada.
- Era uma menina alegre e saudável, que não tinha qualquer problema de saúde. Ela dizia que o treinamento era puxado demais. O sonho dela era ser militar, mas acabou virando um pesadelo. Não havia necessidade de submeter minha sobrinha a isso. Ela ia cuidar da parte administrativa e não ia para a área operacional. É uma desgraça - contou a tia da jovem, Lúcia Maria Álves Monteiro, de 52 anos.
Daiane era casada e tinha um filho de um ano e seis meses. Ela havia passado mal no dia último dia 31, quando foi levada para o Hospital Centralo do Exército, em Benfica. De acordo com familiares, a mulher teria sofrido cinco paradas cardíacas antes da morte cerebral ser confirmada. A assessoria de imprensa do Comando Militar do Leste não soube informar em qual unidade do Exército da cidade do Rio de Janeiro a jovem fazia o treinamento. Em nota, o CML apenas confirmou a morte. Após a conclusão do estágio, Daiane receberia a patente de terceiro-sargento temporário.
* Meus sentimentos à família da companheira de farda, que Deus console seus familiares.
29 janeiro 2011
02 janeiro 2011
Mulher no Poder
Mulher no poder
Até agora foi evento histórico, minoria estatística, exceção à regra, casos que se contam nos dedos. Mas ao longo das próximas décadas, o processo vai se intensificar e mulher no poder será natural, parte da paisagem. Estamos nos anos 10 do século XXI. A última mulher a nos governar foi nos anos 80 do século XIX. Foi uma longa espera. Nunca mais haverá um intervalo tão longo.Os homens monopolizaram a presidência durante toda a República e mulheres presidentes foram casos esporádicos em qualquer país, apesar de a figura que representa a República Francesa ser Marianne. O símbolo era feminino como enfeite, à moda dos ícones de liberdade na História antiga. Nunca mais será mera ilustração, não porque temos pela primeira vez uma presidente no Brasil, mas porque assim caminha a humanidade. Estamos no meio da estrada, há sinais espantosos de atrasos, há eventos estimulantes, mas a escolha do rumo já foi feita. Este será o século do desembarque das mulheres no poder político, como o último foi o do avanço sobre o mercado de trabalho.
Nos anos 1940, as mulheres foram convocadas para as fábricas na falta de homens, que tinham ido para a guerra. Os cartazes da campanha americana mostravam uma operária e a frase: “Nós podemos fazer isso”. Ao fim da guerra, foram mandadas de volta ao lar. Como na Revolução Francesa, tinham sido convocadas ao combate e depois, descartadas. A Liberdade, Igualdade, Fraternidade valia apenas para os franceses. Elas só puderam votar em 1945. Mas as americanas do pós-guerra não voltaram ao papel antigo. No ano passado, representaram metade do mercado de trabalho. A revista “Economist” recuperou a figura da mulher operária da campanha da época da guerra, e fez uma capa histórica: “Nós conseguimos”.
Era 25 de maio de 1871 quando uma mulher ajoelhou-se diante do Senado e assumiu a regência do Brasil. Parecia apenas o cumprimento da regra imperial, mas Pedro II teve que enfrentar resistência para entregar a coroa à filha, conta o historiador José Murillo de Carvalho num programa que fiz na Globonews (pode ser visto no blog www.miriamleitao.com). Era um momento tenso. O Imperador patrocinara o envio da proposta de Lei do Ventre Livre e, nos clubes das lavouras e no Parlamento, as elites escravocratas resistiam. Muita gente achou uma imprudência, até porque, aos 24 anos, a princesa Isabel nunca tinha mostrado a mesma vocação para o poder que a bisavó Carlota Joaquina, nem mesmo a da avó Leopoldina que, nos bastidores, tinha participado da Independência.
A princesa regente assumiu o poder duas outras vezes e acabou governando mais de três anos, quase um mandato presidencial. Na terceira e decisiva regência, entrou para a História. O país estava dividido e ela escolheu o lado certo, isso é o mais relevante. Participou ativamente das negociações que levaram à Abolição. Afastou, por outros motivos, um dos grandes obstáculos à Lei Áurea, o Barão de Cotegipe da presidência do conselho de ministros e nomeou João Alfredo, simpático à libertação dos escravos. Que ela conspirava contra a ordem escravocrata se sabia no Palácio, onde seus filhos editavam um jornal abolicionista, considerado subversivo pelos donos de escravos. Naquele distante 1888, foi a última vez que uma mulher governou o Brasil, até o dia de ontem, quando Dilma Rousseff assumiu a presidência.
O que isso significa? Se nada significasse já seria o fim de um monopólio. Mas as batedoras mulheres, o aumento da presença feminina no Ministério são pequenos sinais de que os próximos quatro anos poderão mostrar novos avanços.
Já se pode dizer que não serão suficientes porque o Brasil está muito atrasado. Num ranking feito pelo demógrafo José Eustáquio Diniz Alves com outros pesquisadores, o Brasil está em 110º lugar em presença de mulher no Parlamento com magérrimos 8,8% de parlamentares mulheres. Isso, 77 anos depois de ter tomado posse a primeira deputada federal brasileira, Carlota Pereira Queiroz. Bertha Lutz, grande líder sufragista não se elegeu, ficou como suplente e nunca assumiu, porque depois veio o Estado Novo, no qual ninguém votava, nem era votado, seja homem ou mulher.
No mercado de trabalho, a brasileira já é 44% da População Economicamente Ativa, mas ganha menos e ainda ocupa apenas 14% dos cargos de direção das 500 maiores empresas brasileiras, mesmo assim, mulheres executivas ou empreendedoras começam a fazer parte da paisagem empresarial brasileira.
A jornalista Ana Arruda Callado acha que até hoje os homens não se sentem confortáveis em serem chefiados por mulher. Que se acostumem, não haverá volta. A escritora Rosiska Darcy reclama que se fala da mulher apenas no espaço público, e que a forma certa de olhar é valorizando-se a vida privada. Para ela, fora ou dentro do mercado de trabalho, a mulher tem sido a grande responsável por humanizar a humanidade, ou seja, transformar o recém-nascido, que ela define como “um bichinho”, no ser socializado que é levado à escola.
Ana Arruda completa o raciocínio, dizendo que os homens precisam entrar no movimento feminista, e aprender não só a dividir o trabalho, mas dividir a vida. Alguns já entenderam isso, felizmente. Chieko Aoki, do Grupo de Mulheres Líderes, lembra que há dez anos dava palestras para grupos de executivos formados quase só por homens, hoje, há reuniões em que a maioria é mulher.
Avanços há, basta olhar em volta. Mas os atrasos a serem vencidos também são visíveis. O que as mulheres querem é só a igualdade.
Texto de: Miriam Leitão e Valéria Manieiro
Fonte:Coluna O Globo
29 dezembro 2010
Feliz 2011
Quero agradecer as amigas queridas pelas visitas sempre tão carinhosas, pela amizade , pelas palavras incentivadoras, enfim por tudo de bom que demonstraram para comigo durante esse ano que está tão pertinho de encerrar.
Desejo que no próximo ano estejamos todas juntas, eu com muito mais postagens e criatividade do que esse ano pois reconheço que deixei muito a desejar, ora por falta de tempo, ora por falta de pc e net e outras vezes por falta de ânimo, infelizmente.
Agradeço por voces não desistirem de mim e do meu blog mesmo com minhas tão longas ausências, confesso que foi totalmente contra a minha vontade pois eu amaria poder estar todo dia visitando e deixando recadinhos a vocês por quem tenho imenso carinho mas prometo no próximo ano me esforçar.
Desejo do fundo do meu coração que DEUS as(os) abençoe e que o Ano Novo seja de muita saúde, paz, felicidade, realizações e que todos os desejos dos vossos corações sejam realizados segundo a vontade de DEUS.
FELIZ 2011
COM CARINHO, DRI
25 dezembro 2010
13 dezembro 2010
Vitória das mamães blogueiras
Ombudsman - "Razões de Mãe" - Resposta da Folha de São Paulo
Reportagem que criticava blogs maternos expõe entrevistada (e filho) sem dar voz suficiente a ela.
Você colocaria fotografias das várias fases do seu filho em um blog?Muita gente diria que não, algumas que sim.
Você tiraria uma foto sorrindo, com seu filho no colo, para uma reportagem com o título: "Mães colocam crianças em "Baby Brother" na internet? Todo mundo, com alguma sanidade, diria que não.
A Folha, infelizmente, não fez essa segunda pergunta à entrevistada no domingo passado. O texto que falava de blogs maternos, em que mulheres contam o desenvolvimento dos filhos e trocam experiências, condenava, na boca de três especialistas, esses sites.
A foto era da autora do site "Nascendo uma mãe", Giovana Reobol, 35, com Lucca, 2. "Fui procurada para falar sobre blogs com histórias de crianças, não sabia que a discussão era sobre expor intimidades", reclama Giovana.
A redação informa que o texto "constatou um fenômeno" e que a entrevistada foi questionada sobre os prós e os contras dessa prática. "A repórter me perguntou sobre privacidade, só que o foco da entrevista não era esse, falei muito pouquinho. A questão foi "en passant", conta Giovana.
Para os estudiosos ouvidos pela Folha, esses blogs são perigosos, porque podem ser acessados por criminosos, dão margem a "bullying" e pode fazer com que a criança cresça sem noção de intimidade, sem respeitar a própria e a do outro. "Por que essa mãe alimenta essa necessidade?", perguntava uma psicóloga da USP.
"Ficou a impressão de que sou uma péssima mãe. E ainda uma idiota alienada, que aceita aparecer sorrindo numa reportagem como essa", diz Giovana, que afirma selecionar as imagens e mensagens postadas para não constrager o menino no futuro.
Não havia na reportagem nenhuma voz dissonante entre os especialistas, o que provocou, com razão, a ira das blogueiras. Em um post no Facebook, decretaram: "Maus jornalistas mexeram com a categoria errada: mães".
Elas afirmam que esses sites ajudam a trocar experiências, a diminuir a insegurança e a fazer novas amizades, além de trazerem dicas práticas sobre gravidez, amamentação, doenças infantis etc.
A empresária Carolina Longo, 31, do blog "Mulher e Mãe", postou que "a matéria trata todas nós mães blogueiras, como se nossa única intenção fosse expor a família". "A mulher que vira mãe é massacrada por julgamentos, como se não bastasse ter de lidar com suas próprias culpas. Além disso, a maternidade gera uma certa reclusão. Junte esses fatores e você terá mulheres angustiadas e sem poder colocar isso para fora. Nos blogs e no Twitter, elas encontraram uma conexão com outras que passaram pelas mesmas angústias", defende.
Tudo indica que a Folha não entendeu as mães blogueiras - ou não deu voz suficiente a elas. Nada contra levantar as possíveis consequências negativas dessa prática, alertar para os riscos, mas a reportagem ficou apenas nisso. Incorreu em alguns problemas clássicos do jornalismo: "falta de transparência com o entrevistado, tratamento superficial do tema e visão única dos "especialistas", chamados quase sempre a opinar genericamente, sem examinar os casos enfocados.
A Folha acabou, ao denunciar mulheres que exibem suas crianças na rede, fazendo pior. Expôs injustamente mãe e filho, em um veículo de alcance muito maior do que um blog de interesse restrito.
Folha de São Paulo,
Domingo, 12 de dezembro de 2010.
Fonte: Blog Mãe & Filha
Valeu Pri... somos mães e blogueiras com muito orgulho...
10 dezembro 2010
Mamães blogueiras- Protesto!
Fica aqui registrada a minha indignação com relação a matéria publicada pela Folha de SP
Acompanho o blog da Giovana a mais de 2 anos e nunca li um post sequer que a enquadre no perfil em que esses pseudos psicólogos e esta jornalista sem ética a colocam. Nem tudo é o que parece!
Antes de se falar algo sobre alguém ou algum assunto em particular é preciso conhecer do que se trata para depois sair emitindo suas opiniões.
Talvez seja por esta e outras que não precisa mais se ter "diploma de jornalista" pois qualquer um sem o mínimo de ética e preparo pode sair entrevistando e fazendo matérias duvidosas.
A Folha deveria escolher melhor seus repórteres... ou incentivar a prática de escrever somente o que o entrevistado realmente falar e não inventar ou desqualificar suas fontes. Isso é ser ético!
Admiro a Camila do Caminho trilhado mãe, jornalista e blogueira. Sempre com matérias significantes, com ética e profissionalismo.
Dias atrás falei aqui que saber usar as redes sociais ainda é um desafio pra muita gente... Há pessoas que fazem de tudo pra aparecer? Sim! Mas definitivamente não é o caso da minha amiga Gi. Ela não expõe seu filho ao ridículo e muito menos relata fatos que no futuro possam influenciá-lo negativamente como ela mesma falou no blog .
Lamento muito por minha amiga ter acreditado na conversa "amigável" desta jornalista e ter que ler tantos comentários idiotas e absurdos a seu respeito de pessoas que nem ao menos lhe conhecem ou já tenham visitado seu blog.
Gi, sei que vai superar essa situação com muita garra e serenidade, atributos que lhe são tão pertinentes. Força amiga, amamos você e o Lucca.
Acompanho o blog da Giovana a mais de 2 anos e nunca li um post sequer que a enquadre no perfil em que esses pseudos psicólogos e esta jornalista sem ética a colocam. Nem tudo é o que parece!
Antes de se falar algo sobre alguém ou algum assunto em particular é preciso conhecer do que se trata para depois sair emitindo suas opiniões.
Talvez seja por esta e outras que não precisa mais se ter "diploma de jornalista" pois qualquer um sem o mínimo de ética e preparo pode sair entrevistando e fazendo matérias duvidosas.
A Folha deveria escolher melhor seus repórteres... ou incentivar a prática de escrever somente o que o entrevistado realmente falar e não inventar ou desqualificar suas fontes. Isso é ser ético!
Admiro a Camila do Caminho trilhado mãe, jornalista e blogueira. Sempre com matérias significantes, com ética e profissionalismo.
Dias atrás falei aqui que saber usar as redes sociais ainda é um desafio pra muita gente... Há pessoas que fazem de tudo pra aparecer? Sim! Mas definitivamente não é o caso da minha amiga Gi. Ela não expõe seu filho ao ridículo e muito menos relata fatos que no futuro possam influenciá-lo negativamente como ela mesma falou no blog .
Lamento muito por minha amiga ter acreditado na conversa "amigável" desta jornalista e ter que ler tantos comentários idiotas e absurdos a seu respeito de pessoas que nem ao menos lhe conhecem ou já tenham visitado seu blog.
Gi, sei que vai superar essa situação com muita garra e serenidade, atributos que lhe são tão pertinentes. Força amiga, amamos você e o Lucca.
05 dezembro 2010
Escolhendo a 1ª escola
Pesquisando sobre o assunto encontrei este texto que me auxiliou bastante:
Veja algumas coisas que você deve observar quando for visitar a escola:
- O ambiente: é amplo, arejado, oferece condições para o bebê, possui escadas ou outros espaços que possam ser perigosos para o bebê?
- A alimentação: deve ser levada de casa, tem estrutura confiável para fazer as refeições do bebê, conta com nutricionistas, possui um cardápio?
- A sala de aula: é segura, tem um local para trocas de fraldas separado, possui um espaço para sonecas, possui brinquedos educativos e de estimulação do bebê?
- As professoras: quantas pessoas vão cuidar dos bebês, são muitas crianças no mesmo espaço, tem uma professora só?
- As atividades extras: aula de musicalização, hora do conto, teatro, atividades que possam fazer o bebê ser estimulado. Como são feitas e por quem? É a própria professora que trabalha isso com as crianças ou tem outro profissional para isso?
Essas são algumas ideias do que você deve saber. Adapte as informações e o que você vai perguntar ao que você acha importante.
Converse, questione, pergunte. Tenha certeza de que o espaço é ideal para a educação do seu filho. A escola deverá atender a todas as suas expectativas e se for confiável não hesitará em te responder a todos os questionamentos prontamente.
Fonte:Papo de bebê
Em 2011 o Caio irá para a escolinha. Pesquisei e visitei várias escolas próximas a nossa casa. Encontrei cada coisa...por isso estava em dúvida se já era hora de colocá-lo em uma escolinha.
Mas conversando com a minha sogra e esposo decidimos que já é tempo. Ele fica o dia inteiro com minha sogra e meu sogro, não tem contato com outras crianças, só com o irmão mais velho (13 anos) e quando vamos à igreja e ele fica no culto infantil. Percebemos que ele ama ficar com outras crianças e já é bem espertinho pra idade dele. Fala de quase tudo, identifica e sabe o nome das partes do corpo, gosta de escrever (rabiscar, né kkk), ama papel, lápis e caneta que ele chama de "Quena", ele é bem sapequinha.
Tenho certeza de que será muito bom para o desenvolvimento e aprendizado dele.
Acredito que convívio com outras crianças e as diversas atividades conduzidas na escola por meio de brincadeiras vão ajudá-lo a organizar o pensamento, a encontrar um lugar dentro de um grupo e a usar mais intensamente suas percepções e seus sentidos.
Por indicação de uma amiga conheci uma escola muito boa e é próxima ao nosso bairro, tem uma ótima estrutura, profissionais capacitados, local é limpíssimo, bem arejado e organizado. Tem uma área de recreação compatível com a idade das crianças e monitores para cada faixa etária.
A cozinha é super arrumadinha e limpa. O refeitório é bem agradável e as crianças ficam bem confortáveis nas mesinhas e banquinhos. Os banheiros são super higiênicos com pias e vasos da altura das crianças.
A diretora foi muito atenciosa, nos mostrou cada cantinho da escola. Fiz mil e uma perguntas e todas foram respondidas por ela prontamente.
Fiquei de voltar depois com meu esposo e o Caio pra eles conhecerem o espaço. Quando voltamos ela nos mostrou tudinho novamente.
O Caio ficou por uns quarenta minutos na sala com as crianças para ir se adaptando e eu muito bobona dei tchauzinho, é claro que ele chorou, aff... que mãe tonta, né...kkk, mas logo em seguida já foi consolado pela professora e o chorinho cessou.
Confesso que sai com o coração apertado, meu bebezinho ali, entregue aos cuidados de uma estranha e com outros rostinhos que ele ainda não conhecia e o olhavam com interrogação.
Era pro Caio ficar por um período de 1 hora, mas voltei em 35 minutos ahahha, não aguentei. E para minha surpresa quando cheguei pra buscá-lo a professora o trouxe no colo e ele estava todo sorridente, dizendo: "Mamãe, binquei com a quiança da colinha". Eu morrendo de medo de ele estranhar e o bonitinho adorando...ahaha
Resolvemos então matriculá-lo, as aulas começam em janeiro de 2011. Ai Jesus me ajude!!
Ele vai ficar meio período, vamos ver como será o dia a dia do meu pequenininho.
07 novembro 2010
Um pontinho de luz!
Engraçado como essas novas tecnologias fazem parte do nosso dia a dia.
Encontrei amigos, fiz um montão de outros novos amigos, falei de paixão, amor, filhos, gravidez, trabalho, faculdade, música, espiritualidade e ultimamente não tenho falado de quase nada... talvez por estar em um momento de novas decisões, de novos rumos para minha vida eu tenha me fechado um pouco pra refletir sem ter que dividir com mais ninguém, entende?
Às vezes passo horas (admito) lendo e visitando blogs e percebo o quanto as pessoas tentam mostrar algo que não são ou que gostariam de ser. Incrível como nós os humanos temos uma facilidade para fantasiar e falar mal dos outros...
Uma fuga da realidade? Um alento pra um mundo sem Deus?
A internet trouxe muitas coisas boas, importantes e relevantes. Hoje podemos fazer quase tudo sem sair de casa. Mas por outro lado também trouxe um mundo proibido e desnecessário pra bem pertinho de nós.
“A internet é a primeira coisa que a humanidade criou e que não entende, a maior experiência de anarquia que jamais tivemos”. Uma definição de Eric Schmidt .
Saber utilizar as redes sociais ainda é um desafio pra muita gente.
Uns querem fama, prestígio a qualquer custo e neste obscuro mundinho esquecem de serem como realmente são. Preferem os subterfúgios, as meias palavras, as meias verdades, o "puxa-saquismo" ou às críticas infundadas e cheias de racismo e até mesmo ódio. Como foi o caso da universitária que esses dias deu o que falar ao colocar em seu twitter o seu racismo explícito contra os nordestinos.
"Em meio a estas densas trevas a luz de Cristo tem brilhado, dissipando-as; eis que surgem diariamente novos pontos de luz, são sites que procuram honrar e glorificar o nome Santo do Senhor Deus, disponibilizando verdadeiros oásis, com águas puras que restauram vidas.
Ao servo, a opção de honrar a Deus, acessando páginas dignas dos santos, ou, a satisfação da carne e suas consequências." (extraído do Geração renovada)
Decidi que quero ser um desses pontinhos de luz!
Personalidades diferentes, história, conhecimentos distintos podem colorir as opiniões das pessoas. Não significa que uma esteja certa e a outra errada, porém, às vezes podemos ser indelicados, rígidos e críticos se não houver concordância. Não estou falando de pecado, somente de um diferença de opinião ou de perspectiva.
Precisamos cuidar ao julgar os pensamentos, motivos ou atos de outras pessoas, pois nós também merecemos o benefício da dúvida.
Podemos aprender com alguém que observa os fatos de uma perspesctiva diferente? Não precisamos praticar um pouco de amor e paciência?
Sou tão agradecida a Deus que é abundantemente paciente e amoroso comigo.
Você quer ser um pontinho de luz nesta imensidão que é a internet? Junte-se a nós e faremos a diferença.
03 novembro 2010
Bodas de Marfim
(era pra ter sido publicado em 26 de outubro, rsrsrs)
Meu Amor, a exatamente 14 anos nascia esta família...
Foi na manhã nublada do sábado 26 de outubro de 1996 que dissemos sim um ao outro.
Ainda me lembro de tudo... do nervosismo, do cabelo que não ficava pronto, do vestido, da minha mãe chorando, meu pai nervoso heheh e do seu rostinho meigo ao me ver chegando...
Era um misto de alegria, felicidade, euforia e medo... será que vai dar certo, será que estamos fazendo a coisa certa?
Hoje, mais do que nunca eu tenho a certeza de que fizemos a "coisa certa", pois nestes 14 anos juntos nosso amor só fez aumentar e fortalecer a nossa relação.
Obrigada por me fazer tão feliz! Te amo pra sempre.
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