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08 março 2012

Minha despedida VERDE-OLIVA

Estes dias foram muito corridos e cheios de emoção... por isso o sumiço deste cantinho.
Dia 28 de fevereiro encerrei minha carreira militar...
Foram anos de dedicação e superação. Aprendi a lidar com as diferenças e a acreditar que sou capaz!
Não foi fácil, mas venci!
Difícil praticar o desapego, esta cor verde vai se misturando ao seu sangue e impregna a alma. Não tem como tirar mais....
Foi feita uma formatura de despedida, leram um elogio me entregaram um "soldadinho" com uma dedicatória  e meus amigos fizeram uma festinha com direito a salgadinho e a refrigerante... me emocionei muito.
Também hasteie a nossa bandeira, o pavilhão nacional... foi um momento muito emocionante e marcante.
Não consigo transcrever aqui tudo o que me passou na mente naquele instante... estou sem palavras.
Mas vou postar algumas fotos e alguns trechos da minha carta de despedida pra deixar registrado o meu agradecimento a Instituição Exército Brasileiro e ao Comando da 11ª Brigada de Infantaria Leve que me acolheram e me deram todo o apoio que precisei nestes anos todos.
 "Chega ao fim minha jornada nessa instituição. Seguirei um novo caminho e novos desafios. Parto para uma nova fase na carreira que espero, sinceramente, seja de expansão e realização. No entanto, não poderia sair sem dedicar-lhes algumas palavras que têm como único objetivo demonstrar a minha gratidão por tudo o que me foi ensinado aqui e por toda a experiência que acumulei durante este longo período.

Quero agradecer pela colaboração que nunca me foi negada por qualquer dos colegas, que sempre me apoiaram em todas as missões, sou grata a todos aqueles que contribuíram para o meu crescimento profissional; mas, sobretudo, quero agradecer especialmente aos amigos Ten J Roberto, Sgt Paulo que, pacientemente, ensinaram e transferiram-me todo o Know-how necessário para o bom desempenho das minhas funções e atribuições.
 Aos companheiros do Setor de Aprovisionamento e do Setor de Licitações e Contratos a minha gratidão pelo companheirismo na nossa luta diária, nos obstáculos enfrentados  e nas horas de alegrias pelas “guerras” vencidas. Creiam em suas potencialidades!  Não se deixem levar pelo comodismo e  desinteresse tão presentes nos dias atuais em nossa nação, somos o braço forte e a mão amiga!!    
Gostaria também de me desculpar, ou seja dar última forma (risos..)  por eventuais falhas, embora tenha me esforçado para que a ocorrência das mesmas fosse  a menor possível. Acrescento ainda que, apesar de tudo, ao deixar  as fileiras do Exército Brasileiro  saio satisfeita e orgulhosa, com a cabeça erguida, pois me acompanha a boa sensação de dever cumprido.
Assim, faço questão de reafirmar a minha satisfação por ter feito parte desta equipe e desejar sucesso a todos vocês, que Deus ilumine o nosso caminho.
Obrigada, Adriana..."

“A farda ....é uma outra pele, que adere à própria alma, irreversível para sempre.”





19 janeiro 2012

Mulheres - como ingressar no exército

                                           Elas seguem as regras: maquiagem discreta, cabelos presos e brincos pequenos (Foto: Raul Zito/G1)






A mulher que deseja seguir carreira no Exército Brasileiro poderá prestar concurso de âmbito nacional para as seguintes escolas militares:
A mulher que deseja ingressar no Exército como oficial ou sargento temporário deverá participar da seleção realizada pelas Regiões Militares. Acesse o link Militar Temporário para mais informações.

09 fevereiro 2011

Estagiária morre após treino militar no Rio de Janeiro


A terceiro-sargento aluna do Exército, Daiane Pereira Fernandes, de 25 anos, morreu durante atividades do estágio básico de sargento técnico temporário, em Gericinó, na Zona Oeste. Ela teria se sentido mal e teve a morte cerebral confirmada na última segunda-feira. O enterro foi realizado na manhã de hoje no Cemitério do Caju. Segundo a família, Daiane, que havia começado o estágio no dia 4 de janeiro, se queixava com frequência do excesso de atividades fisicas e dizia estar cansada.
- Era uma menina alegre e saudável, que não tinha qualquer problema de saúde. Ela dizia que o treinamento era puxado demais. O sonho dela era ser militar, mas acabou virando um pesadelo. Não havia necessidade de submeter minha sobrinha a isso. Ela ia cuidar da parte administrativa e não ia para a área operacional. É uma desgraça - contou a tia da jovem, Lúcia Maria Álves Monteiro, de 52 anos.
Daiane era casada e tinha um filho de um ano e seis meses. Ela havia passado mal no dia último dia 31, quando foi levada para o Hospital Centralo do Exército, em Benfica. De acordo com familiares, a mulher teria sofrido cinco paradas cardíacas antes da morte cerebral ser confirmada. A assessoria de imprensa do Comando Militar do Leste não soube informar em qual unidade do Exército da cidade do Rio de Janeiro a jovem fazia o treinamento. Em nota, o CML apenas confirmou a morte. Após a conclusão do estágio, Daiane receberia a patente de terceiro-sargento temporário.
* Meus sentimentos à família da companheira de farda, que Deus console seus familiares.

21 setembro 2010

Primeiras Mulheres no curso Guerra na Selva do Exército Brasileiro!

"Aos guerra na selva, a proteção da Amazônia.
Aos homens comuns, tarefas comuns. "
Só os forte sobrevivem!
Parabéns às minhas companheiras de farda! Me orgulho de vocês!!
Selva!!

São seis semanas de muita ralação, dormindo três horas por dia, carregando 30kg nas costas em plena Floresta Amazônica.

Após formar mais de 4.937 militares do sexo masculino, o Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) diplomou dia 2 de setembro, em solenidade militar, as primeiras guerreiras de selva das Forças Armadas brasileiras.

Com outros 45 militares, as 3º sargentos do serviço de saúde, Lidiana Reinaldo Jiló da Costa e Elisângela Ferreira Xavier, participaram dos cursos de Guerra na Selva nas categorias A, D, E e F.

De acordo com o comando do CIGS, as duas concluíram com aproveitamento um dos cursos mais difíceis do Exército Brasileiro. Além de conhecimentos inerentes aos guerreiros de selva, elas também obtiveram capacitação de Assistência Hospitalar. 

O Curso de Operações na Selva teve duração de oito semanas, das quais mais da metade com atividades de treinamento no campo de instrução do CIGS, em zona de mata fechada, a 70 quilômetros de Manaus. Dentro os 70 inscritos só 47 se formaram, dentre eles as minhas companheiras!!

01 junho 2010

Que farda "bunitinha" ahahha


No hotel em Botucatu... fomos desfilar no aniversário da cidade.

08 abril 2010

Família Verde Oliva

Em 5 de abril de 2010, Deus nos abençou mais uma vez: Formatura de entrega da Boina ao novo Sargento do Exército Brasileiro, Sgt Lima.
Te agradecemos Senhor Deus por mais esta conquista para nossa família.
Tú és tremendamente fiel para conosco.

Bom, agora o maridex sabe o que a esposex aqui passou heheehhe. Muito bom, Sargento Lima!! Excelente!

22 janeiro 2010

Haiti - O que mudou pra você???



 Parafraseando Alan Brizotti
"As cenas são chocantes: corpos espalhados pelas ruas, gritos sufocados sob escombros, o desespero por uma garrafa de água. Correria, violência, dor. Imagine, por um momento, o que significa olhar ao redor e perceber que tudo aquilo que você chamava de "vida", acabou. Casas e suas pessoas agora são pó e lembranças. As ruas são apenas a mistura estranha de mortos e destroços. Não encontro outra palavra a não ser: devastação.
Um cinegrafista amador captou o momento em que uma mulher, atônita ao observar as chamas de um prédio destroçado bradou desesperada: "o mundo está acabando!" Paradoxo intrigante: começa um novo ano, acaba o mundo dela. Em lágrimas, procurei por pessoas que nunca conheci. Chorei por crianças que nunca abracei. Tentei encontrar meios para, de alguma forma, minimizar o que é absurdo.
Lembrei de Jeremias em suas Lamentações(bíblia). A devastação de sua amada terra fez seus olhos derramarem-se em fontes. Chorei pelos haitianos porque somos todos humanos, fronteiras, nomes e "raças" são apenas criações imbecis que abraçamos só para dificultar nossos esforços na convivência. Somos todos filhos do pó, filhos da Mãe Terra, filhos amados do Pai. Chorei não apenas como uma brasileira sentada em seu confortável sofá numa distância segura do caos, mas como um humano aflito cuja mesma distância apenas apavora ainda mais. "

Aqui enquanto assisto uma reportagem com lágrimas banhando meu rosto, aperto meu filhinho contra meu peito numa sensação de dor e tristeza ao ver tantas mães sem seus filhos, tantos filhos sem suas mães...
Diante de tamanha tragédia me pergunto como pode meu Deus?
Pessoas como esse Sr, Consul do Haiti no Brasil me deixam envergonhada por fazer parte desta geração de pessoas que só pensam em si mesmas, só querem ganhar com a desgraça alheia!
Hoje, fui obrigada a ouvir de um certo "militar" :
" o Sr é voluntário... à ir na missão pro Haiti?
reposta do cidadão: " - depende?!! hehh vão pagar quanto? Tem que ver as condições, né...blá, blá, bla"´..................Como assim????
Tudo bem que é uma missão de voluntariado e tem gente querendo ir só pra ganhar uma graninha extra! Onde está o amor ao próximo, a ajuda humanitária, a satisfação do dever cumprido?
 Onde está o nosso lema: " Braço forte, mão amiga " ?
Fiquei horrorizada!! Nem consegui responder ao "infeliz".
Meu Deus!! Quanto sentimento de superioridade, egoísmo!
Vou me despedindo com a frase do Alan Brizotti:
"Vou chorar mais um pouco"...

13 janeiro 2010

Terremoto no Haiti - Nota Oficial

Nota oficial - Terremoto no Haiti - Homenagem
Brasília, 13/01/2010

Sob o impacto da tragédia que se abateu sobre o povo do Haiti, presto meu tributo especial aos militares brasileiros que tombaram no cumprimento da missão delegada, antes de tudo, pelo povo brasileiro: levar a solidariedade e o calor da nossa gente aos irmãos haitianos.

Eles carregavam em seus corações um pouco do amor e da compaixão semeada por D. Zilda Arns, mulher exemplar que teve sua vida também ceifada neste triste acontecimento.

D. Zilda, num sacerdócio que contagiou e mobilizou multidões, tinha em comum com os militares brasileiros da Missão de Paz da ONU, em seus últimos momentos, a voluntariedade na dedicação à tarefa.

Ali, ninguém estava obrigado, mas movido pelo interesse no crescimento pessoal, trazido pelas novas experiências e, especialmente, pelo esforço solidário para tornar o mundo melhor e mais seguro para os seus semelhantes.

Este é o grande legado que nos deixam esses homens e mulheres sacrificados pela missão no Haiti. E a eles prestamos as nossas homenagens.

Nelson A. Jobim
Ministro de Estado da Defesa 

 fonte: https://www.defesa.gov.br/

Terremoto no Haiti - Nota de esclarecimento Exército Brasileiro

        O Comando do Exército lamenta profundamente informar que o terremoto que atingiu o
Haiti no dia de ontem provocou sérios danos estruturais à cidade de Porto Príncipe e em algumas
das bases do contingente brasileiro da MINUSTAH, causando vítimas fatais e ferimentos em
vários militares. Foram comprometidos os sistemas de telefonia fixa e de celular o que vem
dificultando o repasse das informações.
       Os deslocamentos motorizados, até o momento, estão praticamente inviabilizados em
razão da grande quantidade de escombros nas ruas de Porto Príncipe. Tal fato, aliado à
escuridão, falta de energia elétrica e iluminação pública tem prejudicado sobremaneira os
levantamentos mais pormenorizados, bem como a avaliação da real extensão dos danos.
        A população civil tem se deslocado em massa em direção à base do Comando do
Batalhão Brasileiro (BRABATT), menos atingida pelos abalos, em busca de socorro e de auxílio
no resgate dos feridos.
        Desde o início dos abalos sísmicos, o BRABATT, usando todos os meios disponíveis,
está empenhado em atender as vítimas da tragédia.



         O Itamaraty montou uma sala de crise para acompanhar a situação e prestar informações, pelos telefones (61) 3411-8803/8805/8808/9718 e 8197-2284. 


        Comando do Exército informa que o número de vítimas entre os militares brasileiros é o
seguinte:
       Foram confirmados os óbitos de 10 (dez) militares do BRABATT:
       - 1o Tenente BRUNO RIBEIRO MÁRIO;
       - 2o Sargento DAVI RAMOS DE LIMA;
       - 2o Sargento LEONARDO DE CASTRO CARVALHO;
       - Cabo DOUGLAS PEDROTTI NECKEL;
       - Cabo WASHINGTON LUIS DE SOUZA SERAPHIN
       - Soldado TIAGO ANAYA DETIMERMANI; e
       - Soldado ANTONIO JOSÉ ANACLETO, todos do 5o Batalhão de Infantaria Leve,
sediado em Lorena-SP.
       - Cabo ARÍ DIRCEU FERNANDES JÚNIOR e Soldado KLEBER DA SILVA
SANTOS; ambos do 2o Batalhão de Infantaria Leve, sediado em SANTOS-SP.
       - Subtenente RANIEL BATISTA DE CAMARGOS, do 37o Batalhão de Infantaria Leve,
sediado em Lins-SP.
       Um militar da MINUSTAH:
       - Coronel EMILIO CARLOS TORRES DOS SANTOS, do Gabinete do Comandante do
Exército, sediado em Brasília-DF.
       Além disso, encontram-se desaparecidos 04 (quatro) militares que estavam no Quartel da
MINUSTAH (Hotel CRISTOPHER) e mais 03 (três) sob escombros, não localizados no Ponto
Forte 22 (Casa Azul), próximo ao bairro Cite Soleil.
       Há 07 (sete) feridos em atendimento no Hospital Argentino da MINUSTAH e 02 (dois)
outros militares foram evacuados para a República Dominicana.
  Fonte: www.exercito.gov.br


Aos amigos e companheiros verde-oliva, minha solidariedade e minhas orações de apoio. Que Deus os ajude nesse momento. Força guerreiros e guerreiras do Batalhão HAiti.

12 dezembro 2009

Sexo frágil!








Onde? hehehhe
Faça como a Rita Maria, uma apresentadora de TV que veio passar um dia de Soldado conosco pra saber como é "fácil" ahahha

27 junho 2009

Desabafo de mulher, mãe e sargento!!!

Não costumo relatar aqui neste blog assuntos relacionados ao meu trabalho.
Mas alguns fatos ocorridos com uma amiga de farda me fizeram pensar o que escrever neste post...
Amo o que faço, gosto da caserna e procuro ser eficiente em tudo o que me proponho a fazer. Trato meus superiores e subordinados com respeito, e é assim que tem que ser.
Pelo menos foi isso o que aprendi no meu curso de formação.

O que me admira são atitudes medíocres de alguns que se dizem "senhores da razão" e faltam com o respeito com seus pares e ainda os humilha na frente de seus subordinados. Acredito que tal "ser" não possua amor próprio ou mesmo espírito de camaradagem e respeito com seus semelhantes. Só sendo um pobre de espírito e sem Deus na vida pra tratar com desdém e ofender a dignidade de um colega de trabalho. Diferenças existem sim, e daí? Quem disse que conviver em grupo é fácil, respeitar as diferenças, as minorias é o mínimo que se espera de alguém que usa essa farda Verde-Oliva. Afinal, tirando os recrutas que nem sempre são voluntários a servir ao EB, todos os outros estão na instituição por vontade própria, cada um com seus motivos, uns por amor a pátria, outros pelo salário, outros pelo "status", outros por "poder", outros por....não interessa forma ou o motivo do ingresso, acredito que depois que se põe essa farda, devemos dar a ela o devido valor!

Pelo fato de sermos do seguimento feminino, isso não nos desqualifica em nada, além do que fazemos as mesmas coisas, (que o diga as nossas parquedistas)e ganhamos o mesmo sálario. Salário este pago pelo contribuinte, ou seja por nós mesmos através dos nossos inúmeros impostos.
Um ambiente de trabalho saudável é uma conquista diária possível na medida em que haja "vigilância constante" objetivando condições de trabalho dignas, baseadas no respeito 'ao outro como legítimo outro', no incentivo a criatividade, na cooperação.
Como diz o dito popular: " respeito é bom e a gente gosta!"
A minha companheira de farda fica aqui o meu sentimento de apoio e indignação neste pequeno desabafo de mãe, amiga, mulher e Sargento...fique em paz florzinha a seu tempo Deus te dará a recompensa.

Como mulheres e militares cumprimos todas as exigências de trabalho, (mesmo quando pedemem cima da hora...), a pontualidade e a alta permanência no ambiente de trabalho.
O grande número de atribuições no âmbito administrativo,bem como a exigência de rapidez na execução das mesmas, faz com que, regularmente as militares tenham que estender o horário de trabalho para além das horas diárias estipuladas.

Essa elevada carga de trabalho como um dos fatores que tornam a sua profissão desgastante.
A disponibilidade permanente demandada pelo trabalho militar,
também ressaltada por Spode e Merlo (2006) na descrição do trabalho policial,
justifica o cumprimento das várias atividades inerentes à profissão, que são realizadas dentro ou fora do horário de trabalho normal, tais como formaturas, representações e serviços de pernoite por escalas.
As atividades realizadas em horários não convencionais e o grande número de atribuições administrativas é que colaboram
para a alta permanência das militares em seu ambiente de trabalho.

Estes são os fatores
que, na opinião das militares, dificultam a divisão do tempo em casa, com a família, e no trabalho.
O principal sentimento suscitado nas militares, pelo fato de fazerem parte de
uma instituição militar, é a discriminação. As militares se sentem discriminadas por
estarem inseridas em uma instituição militar, que ainda é predominantemente
masculina. Elas não se sentem totalmente aceitas pelos homens, sejam eles superiores
ou militares do mesmo nível hierárquico.
De acordo com Souza et al (2002) o fato de a mulher trabalhar fora e ocupar determinados cargos ditos masculinos pode ser interpretado como uma transgressão às regras sociais estabelecidas em relação ao papel do gênero feminino.
Fonte:
SOFRIMENTO PSÍQUICO DE MULHERES MILITARES E SUAS RELAÇÕES COM O PODER
Joice de Lemos Fontes1
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